Apresentação

Prezado Produtor,
É com satisfação que apresentamos o Sumário Genômico Aliança Nelore 2026/2027, publicação que reúne os resultados da avaliação genética de 922 touros da raça Nelore utilizados no Brasil, Bolívia, Colômbia, Paraguai, Guatemala e Nicarágua. Nesta edição, são apresentados os reprodutores classificados nas DECAs 1 a 5, considerando o Índice Final Aliança, quando disponível, ou o Índice Desmama Aliança, para os animais que não possuem Índice Final. Esses reprodutores representam os animais de maior mérito genético, de acordo com os critérios de seleção estabelecidos para cada índice.
O Sumário Genômico Aliança Nelore é resultado da integração de informações provenientes de diferentes programas de melhoramento genético da raça Nelore, reunindo uma das mais amplas e robustas bases de dados de animais Nelore CEIP/CESUG. As análises contemplam 31.050 touros, 1.522.376 vacas e 3.597.197 produtos, com um arquivo de pedigree contendo informações de 5.013.625 animais, assegurando elevada robustez, precisão e confiabilidade às avaliações genéticas.
Nesta edição, são disponibilizadas DEPs para 19 características de importância econômica e 10 índices de seleção, estimados por meio de uma metodologia moderna de avaliação genética que combina informações fenotípicas, genealógicas e genômicas. A inclusão da informação genômica amplia a precisão das estimativas, especialmente para reprodutores com menor número de filhos avaliados ou com menor volume de informações fenotípicas disponíveis. Nesses casos, a genômica contribui para aumentar a confiabilidade das avaliações, proporcionando maior segurança na identificação do potencial genético dos animais.
O Sumário Genômico Aliança Nelore constitui uma fonte de informações técnicas para apoiar produtores, técnicos, empresas de inseminação e demais profissionais envolvidos no melhoramento genético da raça. As DEPs e os índices de seleção apresentados permitem comparar e identificar reprodutores mais adequados aos diferentes objetivos de produção, auxiliando na tomada de decisões mais precisas e contribuindo para a evolução genética dos rebanhos.
O progresso genético é resultado de decisões de seleção realizadas de forma contínua e fundamentadas em informações confiáveis. A utilização de avaliações genéticas cada vez mais completas permite direcionar os acasalamentos, aumentar a eficiência dos sistemas de produção e promover ganhos consistentes nas características de interesse econômico.
Agradecemos aos criadores, técnicos, empresas de inseminação e todos os profissionais que contribuem para a geração e disponibilização das informações que formam esta base de dados. O trabalho conjunto de todos permite produzir informações cada vez mais confiáveis, oferecendo aos produtores maior segurança nas decisões de seleção e acasalamento. Com dados de qualidade, ampliamos o potencial de ganhos genéticos, melhoramos a eficiência dos rebanhos e criamos novas oportunidades para uma pecuária mais produtiva e rentável.
Desejamos aos usuários destas informações sucesso em sua utilização e excelentes resultados nas decisões de seleção e nos processos de melhoramento genético de seus rebanhos.
Julho de 2026
Aliança Nelore
Estimado Productor:
Es un placer presentar el Sumario Genómico Alianza Nelore 2026/2027, una publicación que reúne los resultados de la evaluación genética de 922 toros de la raza Nelore utilizados en Brasil, Bolivia, Colombia, Paraguay, Guatemala y Nicaragua. En esta edición se presentan los reproductores clasificados en las DECA 1 a 5, considerando el Índice Final Alianza, cuando está disponible, o el Índice Destete Alianza, para los animales que no poseen Índice Final. Estos reproductores representan los animales de mayor mérito genético, de acuerdo con los criterios de selección establecidos para cada índice.
El Sumario Genómico Aliança Nelore es el resultado de la integración de información proveniente de diferentes programas de mejoramiento genético de la raza Nelore, reuniendo una de las bases de datos más amplias y robustas de animales Nelore CEIP/CESUG. Los análisis comprenden 31.050 toros, 1.522.376 vacas y 3.597.197 productos, con un archivo de genealogía que contiene información de 5.013.625 animales, garantizando una elevada solidez, precisión y confiabilidad de las evaluaciones genéticas.
En esta edición se presentan DEP para 19 características de importancia económica y 10 índices de selección, estimados mediante una metodología moderna de evaluación genética que combina información fenotípica, genealógica y genómica. La incorporación de la información genómica aumenta la precisión de las estimaciones, especialmente en reproductores con menor número de hijos evaluados o con menor disponibilidad de información fenotípica. En estos casos, la genómica contribuye a incrementar la confiabilidad de las evaluaciones, proporcionando mayor seguridad en la identificación del potencial genético de los animales.
El Sumario Genómico Alianza Nelore constituye una importante fuente de información técnica para productores, técnicos, empresas de inseminación y demás profesionales involucrados en el mejoramiento genético de la raza. Las DEPs y los índices de selección presentados permiten comparar e identificar reproductores más adecuados para los diferentes objetivos de producción, auxiliando en la toma de decisiones más eficientes y contribuyendo a la evolución genética de los rodeos.
El progreso genético es resultado de decisiones de selección continua, fundamentadas en información confiable y criterios técnicos. La utilización de evaluaciones genéticas cada vez más completas permite orientar los apareamientos, aumentar la eficiencia de los sistemas productivos y promover ganancias consistentes en las características de interés económico.
Agradecemos a los criadores, técnicos, empresas de inseminación y profesionales involucrados en la generación, recopilación y disponibilidad de la información que compone esta base de datos. La colaboración de todos es esencial para fortalecer el conocimiento genético de la raza Nelore y ampliar las oportunidades de selección de animales superiores.
Deseamos a los usuarios de esta información mucho éxito en su aplicación y excelentes resultados en las decisiones de selección y en los programas de mejoramiento genético de sus rodeos.
Julio de 2026
Alianza Nelore
Diversidade Genética
A tabela a seguir apresenta a variabilidade das DEPs das 19 características avaliadas e dos 10 índices de seleção, expressa pelo desvio-padrão (DP) e pelos valores mínimo e máximo observados. Foram considerados todos os touros com filhos nascidos a partir de 2023, com 20 ou mais filhos, incluindo aqueles classificados entre as DECAs 6 a 10, embora esses animais não tenham sido publicados neste sumário.
Característica avaliada |
DP | Mínimo | Máximo |
| Peso ao nascer (kg) | 0,82 | -3,05 | 4,18 |
| Dias para ganhar 160 kg do nasc. a desm. (D160, dias) | 5,53 | -17,25 | 22,06 |
| Ganho de peso do nascimento a desmama (kg) | 2,57 | -8,06 | 9,90 |
| Conformação na desmama (escores de 1 a 5) | 0,16 | -0,63 | 0,65 |
| Precocidade na desmama (escores de 1 a 5) | 0,18 | -0,88 | 0,70 |
| Musculatura na desmama (escores de 1 a 5) | 0,18 | -1,03 | 0,71 |
| Umbigo na desmama (probabilidade) a | 0,08 | 0,18 | 0,73 |
| Habilidade materna para ganho de peso pré-desmama (kg) | 2,16 | -10,05 | 7,08 |
| Dias para ganhar 400 kg do nasc. ao sobr. (D400, dias) | 27,60 | -69,58 | 07,45 |
| Ganho de peso do nascimento ao sobreano (kg) | 4,78 | -14,85 | 18,04 |
| Conformação no sobreano (escores de 1 a 5) | 0,19 | -0,63 | 0,64 |
| Precocidade no sobreano (escores de 1 a 5) | 0,22 | -0,66 | 0,85 |
| Musculatura no sobreano (escores de 1 a 5) | 0,22 | -0,71 | 0,91 |
| Umbigo no sobreano (probabilidade) a | 0,09 | 0,17 | 0,78 |
| Perímetro escrotal ajustado para idade (cm) | 0,65 | -1,81 | 2,70 |
| Idade ao primeiro parto (dias) | 5,95 | -54,74 | 25,16 |
| Retorno maternal (kg/filha/ano) b | 7,30 | -30,05 | 37,99 |
| Frame (escores de 1 a 10) | 0,25 | -0,87 | 1,05 |
| Probabilidade de CEIP (probabilidade) c | 0,10 | 0,17 | 0,77 |
| Índice Frigorífico (IFRIG) d | 4,72 | -18,31 | 18,23 |
| Índice Desmama CIA d | 11,41 | -62,49 | 34,04 |
| Índice Final CIA (ICIAGen) d | 9,37 | -66,39 | 24,37 |
| Índice Desmama DeltaGen d | 11,48 | -63,03 | 35,88 |
| Índice Final DeltaGen d | 9,36 | -52,57 | 29,15 |
| Índice Desmama PAINT d | 11,48 | -62,33 | 34,08 |
| Índice Final PAINT (IPAINT) d | 10,25 | -75,55 | 30,01 |
| Índice Precocidade Sexual (IPREC) d | 9,71 | -42,77 | 48,21 |
| Índice Desmama Aliança d | 11,68 | -64,13 | 35,88 |
| Índice Final Aliança d | 9,63 | -53,19 | 29,62 |
a A DEP de umbigo indica a probabilidade de o touro produzir filhos com umbigo corrigido (notas de 1 a 3).
b Expresso em kg de peso vivo produzido anualmente por filha do touro.
c A DEP probabilidade de CEIP indica a probabilidade de o touro produzir filhos com potencial para receber o CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção).
d Os índices foram expressos numa base igual a 10, como se cada touro fosse avaliado através de 10 características medidas na sua progênie. Assim, o índice 10 indica que, em média, o touro foi superior em um desvio-padrão da DEP, em cada uma das características integrantes do índice.
DIVERSIDAD GENÉTICA
La siguiente tabla presenta la variabilidad de las DEPs de las 19 características evaluadas y de los 10 índices de selección, expresada mediante el desvío estándar (DE) y los valores mínimo y máximo observados. Fueron considerados todos los toros con hijos nacidos a partir de 2023, con 20 o más hijos, incluyendo aquellos clasificados entre las DECAs 6 a 10, aunque estos animales no hayan sido publicados en este sumario.
Característica evaluada |
DE | Mínimo | Máximo |
| Peso al nacer (kg) | 0,82 | -3,05 | 4,18 |
| Días para ganar 160 kg del nac. al dest. (D160, días) | 5,53 | -17,25 | 22,06 |
| Ganancia de peso del nacimiento al destete (kg) | 2,57 | -8,06 | 9,90 |
| Conformación al destete (puntajes de 1 a 5) | 0,16 | -0,63 | 0,65 |
| Precocidad al destete (puntajes de 1 a 5) | 0,18 | -0,88 | 0,70 |
| Musculatura al Destete (puntajes de 1 a 5) | 0,18 | -1,03 | 0,71 |
| Ombligo al Destete (probabilidad) a | 0,08 | 0,18 | 0,73 |
| Habilidad materna para ganancia de peso pre-destete (kg) | 2,16 | -10,05 | 7,08 |
| Días para ganar 400 kg del nac. al sobr. (D400, dias) | 27,60 | -69,58 | 07,45 |
| Ganancia de peso del nacimiento al sobreaño (kg) | 4,78 | -14,85 | 18,04 |
| Conformación al sobreaño (puntajes de 1 a 5) | 0,19 | -0,63 | 0,64 |
| Precocidad al sobreaño (puntajes de 1 a 5) | 0,22 | -0,66 | 0,85 |
| Musculatura al sobreaño (puntajes de 1 a 5) | 0,22 | -0,71 | 0,91 |
| Ombligo al sobreaño (probabilidad) a | 0,09 | 0,17 | 0,78 |
| Perímetro escrotal ajustado para edad (cm) | 0,65 | -1,81 | 2,70 |
| Edad al primer parto (días) | 5,95 | -54,74 | 25,16 |
| Retorno maternal (kg/hija/año) b | 7,30 | -30,05 | 37,99 |
| Frame (escala de 1 a 10) | 0,25 | -0,87 | 1,05 |
| Probabilidad de CEIP/CESUG (probabilidad) c | 0,10 | 0,17 | 0,77 |
| Índice Frigorífico (IFRIG) d | 4,72 | -18,31 | 18,23 |
| Índice Destete CIA d | 11,41 | -62,49 | 34,04 |
| Índice Final CIA (ICIAGen) d | 9,37 | -66,39 | 24,37 |
| Índice Destete DeltaGen d | 11,48 | -63,03 | 35,88 |
| Índice Final DeltaGen d | 9,36 | -52,57 | 29,15 |
| Índice Destete PAINT d | 11,48 | -62,33 | 34,08 |
| Índice Final PAINT (IPAINT) d | 10,25 | -75,55 | 30,01 |
| Índice Precocidad Sexual (IPREC) d | 9,71 | -42,77 | 48,21 |
| Índice Destete Alianza d | 11,68 | -64,13 | 35,88 |
| Índice Final Alianza d | 9,63 | -53,19 | 29,62 |
a La DEP de ombligo indica la probabilidad de que el toro produzca hijos con ombligo corregido (puntuaciones de 1 a 3).
b Expresado en kg de peso vivo producido anualmente por hija del toro.
c La DEP de probabilidad de CEIP/CESUG indica la probabilidad de que el toro produzca hijos con potencial para recibir el CEIP (Certificado Especial de Identificación y Producción) o el CESUG (Certificado Especial de Superioridad Genética).
d Los índices fueron expresados en una base igual a 10, como si cada toro fuese evaluado mediante 10 características medidas en su progenie. Así, el índice 10 indica que, en promedio, el toro fue superior en un desvío estándar de la DEP en cada una de las características que integran el índice.
Características Avaliadas
As estimativas de valor genético das características avaliadas são apresentadas na forma de DEPs (Diferença Esperada na Progênie). Neste Sumário são disponibilizadas DEPs para as seguintes características de interesse econômico:
PESO AO NASCER (PN)
Expressa em quilogramas (kg), a DEP para Peso ao Nascimento (PN) é um importante indicador da facilidade de parto. Em geral, touros com DEPs mais elevadas para essa característica tendem a produzir bezerros mais pesados ao nascimento, aumentando o risco de distocia, especialmente quando acasalados com novilhas ou vacas de menor abertura pélvica.
A seleção para PN não deve ser direcionada para os extremos. Os melhores resultados são obtidos com valores próximos da média da população, uma vez que pesos muito baixos ou muito elevados ao nascimento podem comprometer a sobrevivência e o desempenho dos bezerros no período perinatal.
DIAS PARA GANHAR 160 KG DO NASCIMENTO A DESMAMA (D160)
A DEP para Dias para Ganhar 160 kg do Nascimento à Desmama (D160) é um indicador da precocidade de crescimento, expressando o potencial genético do touro para reduzir o número de dias necessários para que sua progênie ganhe 160 kg de peso vivo do nascimento à desmama.
A DEP D160 introduz uma abordagem de seleção baseada na eficiência de crescimento, ao priorizar a redução do tempo necessário para atingir um ganho de peso pré-estabelecido, em vez de considerar apenas o peso alcançado em uma idade fixa. Dessa forma, possibilita identificar touros cuja progênie apresenta maior velocidade de crescimento, maior uniformidade e atinge o peso de desmama mais rapidamente, sem favorecer diretamente a seleção para maior peso ao nascer.
DEPs mais elevadas são desejáveis, pois indicam maior potencial genético para produzir bezerros desmamados com aproximadamente 190 a 200 kg de peso vivo em menor período de tempo, aumentando a eficiência do sistema de produção.
GANHO DE PESO DO NASCIMENTO À DESMAMA (GND)
Expressa em quilogramas (kg), a DEP para Ganho do Nascimento à Desmama (GND) indica o potencial genético do touro para transmitir à sua progênie genes com efeito direto sobre a velocidade de crescimento do nascimento à desmama (205 dias).
DEPs mais elevadas são, em geral, desejáveis, especialmente em sistemas de produção com boa disponibilidade de alimentos de qualidade, nos quais o potencial genético para crescimento pode ser plenamente expresso.
CONFORMAÇÃO, PRECOCIDADE E MUSCULATURA (CPM)
As características Conformação (C), Precocidade (P) e Musculatura (M) são importantes para a seleção de animais mais equilibrados, eficientes e produtivos. São avaliadas por meio de escores visuais atribuídos por técnicos treinados, em uma escala de 1 a 5, na desmama (205 dias) e no sobreano (500 dias), sempre de forma relativa aos animais do mesmo grupo de manejo. Escores mais elevados indicam maior expressão da característica.
DEPs mais elevadas para CPM são desejáveis, pois estão associadas a maior eficiência na produção de carne, especialmente em sistemas de produção de ciclo curto.
Conformação (C)
A Conformação reflete o potencial de produção de carne da carcaça e é influenciada principalmente pelo comprimento corporal e pelo grau de desenvolvimento muscular do animal. Durante a avaliação, estima-se visualmente a quantidade de carne que a carcaça poderá produzir.
Precocidade (P)
A Precocidade de Terminação representa a capacidade do animal atingir um grau adequado de acabamento de carcaça em menor peso e idade. Essa característica é de grande importância econômica, pois animais mais precoces podem ser abatidos mais jovens, reduzindo o tempo de permanência no sistema e os custos de produção.
Na avaliação visual, animais com maior precocidade apresentam maior deposição de gordura, especialmente na base da cauda e na região da virilha. Em contraste, animais altos, longilíneos, com pouca profundidade corporal e reduzida cobertura de gordura tendem a ser mais tardios e, por isso, recebem escores mais baixos para essa característica.
A combinação de elevada precocidade de crescimento com elevada precocidade de terminação contribui para a produção de animais mais eficientes e equilibrados, capazes de atingir o peso e o acabamento desejados em menor período de tempo.
Musculatura (M)
A Musculatura avalia o desenvolvimento da massa muscular do animal, considerando principalmente a paleta, o lombo, a garupa e, especialmente, o traseiro. Animais com maior desenvolvimento muscular apresentam maior potencial para produção de carne e melhor rendimento de carcaça.
PREPÚCIO (UMBIGO)
Esta característica avalia o tamanho e o formato do prepúcio, nos machos, e do umbigo, nas fêmeas. O prepúcio possui grande importância funcional, pois animais com prepúcio excessivamente longo ou pendular apresentam maior predisposição a lesões provocadas pela vegetação, o que pode comprometer o desempenho reprodutivo.
A avaliação é realizada por meio de uma escala de 1 a 5, em que as notas mais altas correspondem a prepúcios ou umbigos maiores e mais pendulares.
As DEPs para Prepúcio (Umbigo) são obtidas por meio de um modelo de limiar e expressam diferenças na probabilidade de ocorrência da característica. DEPs mais elevadas são desejáveis, pois indicam maior probabilidade de o touro produzir progênie com prepúcio ou umbigo corrigido (notas de 1 a 3).
HABILIDADE MATERNA PARA GND (HM)
O desenvolvimento dos bezerros até a desmama é influenciado tanto pelo seu potencial genético para crescimento (efeito direto) quanto pela habilidade materna das vacas, a qual está fortemente relacionada à produção de leite e aos cuidados maternos.
Ao decompor a característica Ganho do Nascimento à Desmama (GND) em seus componentes direto e materno, obtém-se a DEP para Habilidade Materna (HM). Essa DEP expressa o potencial genético do touro para transmitir às suas filhas genes associados à habilidade materna, que influenciarão o desempenho de seus bezerros para a característica GND.
DEPs mais elevadas são desejáveis, pois indicam maior potencial para produzir filhas capazes de desmamar bezerros com maior ganho de peso, em consequência de melhor habilidade materna.
DIAS PARA GANHAR 400 KG DO NASCIMENTO AO SOBREANO (D400)
A DEP para Dias para Ganhar 400 kg do Nascimento ao Sobreano (D400) é um indicador da precocidade de crescimento e expressa o potencial genético do touro para reduzir o número de dias necessários para que sua progênie ganhe 400 kg de peso vivo, do nascimento ao sobreano.
A DEP D400 é obtida pela soma das DEPs D160 (dias necessários para ganhar 160 kg no período pré-desmama) e D240 (dias necessários para ganhar 240 kg no período pós-desmama). Dessa forma, a DEP D400 representa o potencial genético para a velocidade de crescimento durante todo o período do nascimento ao sobreano.
A DEP D400 permite identificar touros cuja progênie apresenta maior velocidade de crescimento, maior uniformidade e atinge o peso de comercialização mais rapidamente.
DEPs mais elevadas são desejáveis, pois indicam maior potencial genético para produzir novilhos acabados (430 a 440 kg de peso vivo) em menor intervalo de tempo, aumentando a eficiência do sistema de produção.
GANHO DE PESO DO NASCIMENTO AO SOBREANO (GNS)
Expressa em quilogramas (kg), a DEP para Ganho de Peso do Nascimento ao Sobreano (GNS) indica o potencial genético do touro para transmitir à sua progênie genes com efeito direto sobre a velocidade de crescimento, do nascimento ao sobreano (500 dias de idade).
A DEP GNS é obtida pela soma das DEPs de ganho de peso do nascimento à desmama e de ganho de peso pós-desmama, representando o potencial genético para crescimento durante todo o período pré e pós-desmama.
DEPs mais elevadas são, em geral, desejáveis em sistemas de produção com boa disponibilidade de alimentos de qualidade, nos quais o potencial genético para crescimento pode ser plenamente expresso.
PERÍMETRO ESCROTAL AO SOBRENO (PE)
Expressa em centímetros (cm), a DEP para Perímetro Escrotal ao Sobreano (PE) é um importante indicador de precocidade sexual. Essa característica é amplamente utilizada nos programas de melhoramento genético da raça Nelore, pois touros com DEPs mais elevadas tendem a produzir filhos e filhas sexualmente mais precoces.
DEPs mais elevadas são desejáveis, por estarem associadas à maior precocidade sexual da progênie.
IDADE AO PRIMEIRO PARTO (IPP)
Expressa em dias, a DEP para Idade ao Primeiro Parto (IPP) é um indicador da precocidade sexual das filhas do touro e está diretamente relacionada à eficiência reprodutiva, à rentabilidade e à competitividade do sistema de produção.
As DEPs são estimadas com base no desempenho reprodutivo das filhas dos touros. DEPs mais negativas são desejáveis, pois indicam maior potencial genético para reduzir a idade ao primeiro parto.
RETORNO MATERNAL (RMAT)
O Retorno Maternal (RMAT) é um índice bioeconômico desenvolvido para identificar vacas com maior eficiência produtiva e os touros com maior potencial para produzir essas matrizes.
O cálculo do RMAT considera características relacionadas à precocidade sexual, permanência produtiva, custo estimado de mantença da vaca e desempenho de seus bezerros. O índice expressa o retorno anual esperado por vaca, em quilogramas de peso vivo produzidos, descontado o custo estimado de mantença.
Além da quantidade de peso produzida, o RMAT também considera a qualidade desse peso, incorporando as DEPs das características de conformação, precocidade e musculatura, que refletem o potencial de produção de carcaças de melhor composição.
Touros com maiores valores de DEP RMAT são desejáveis, pois tendem a produzir filhas com menor idade ao primeiro parto, maior permanência produtiva no rebanho, menor custo de mantença e maior eficiência na produção de bezerros, os quais apresentam maior ganho de peso e melhor composição de carcaça em termos de conformação, precocidade e musculatura.
FRAME
O FRAME é uma medida do tamanho corporal, estimada com base na altura, no peso e na nota de conformação ao sobreano. Trata-se de uma característica importante para a adequação do tamanho corporal dos animais ao sistema de produção e aos objetivos de seleção do rebanho.
PROBABILIDADE DE CEIP (PCEIP)
O Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) é um documento emitido por Programas de melhoramento genético reconhecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, destinado a animais geneticamente superiores para características de produção e que não apresentam defeitos graves que impeçam sua certificação.
DEPs elevadas para Probabilidade de CEIP são desejáveis, pois indicam maior probabilidade de o touro produzir progênie com potencial para atender aos requisitos necessários para obtenção do CEIP.
CARACTERÍSTICAS EVALUADAS
Las estimaciones del valor genético de las características evaluadas se presentan en forma de DEP (Diferencia Esperada en la Progenie). En este Sumario se presentan DEP para las siguientes características de interés económico:
PESO AL NACER (PN)
Expresada en kilogramos (kg), la DEP para Peso al Nacer (PN) es un importante indicador de facilidad de parto. En general, toros con DEP más elevadas para esta característica tienden a producir terneros más pesados al nacimiento, aumentando el riesgo de distocia, especialmente cuando son utilizados en cruzamientos con vaquillas o vacas de menor abertura pélvica.
La selección para PN no debe orientarse hacia los extremos. Los mejores resultados se obtienen con valores próximos al promedio de la población, ya que pesos muy bajos o muy elevados al nacimiento pueden comprometer la supervivencia y el desempeño de los terneros durante el periodo perinatal.
DÍAS PARA GANAR 160 KG DEL NACIMIENTO AL DESTETE (D160)
La DEP Días para Ganar 160 kg del Nacimiento al Destete (D160) es un indicador de precocidad de crecimiento y expresa el potencial genético del toro para reducir el número de días necesarios para que su progenie gane 160 kg de peso vivo desde el nacimiento hasta el destete.
La DEP D160 introduce un enfoque de selección basado en la eficiencia de crecimiento, priorizando la reducción del tiempo necesario para alcanzar una ganancia de peso predeterminada, en lugar de considerar únicamente el peso alcanzado a una edad fija. De esta manera, permite identificar toros cuya progenie presenta mayor velocidad de crecimiento, mayor uniformidad y alcanza el peso de destete más rápidamente, sin favorecer directamente la selección para mayor peso al nacer.
DEP más elevadas son deseables, ya que indican mayor potencial genético para producir terneros destetados con aproximadamente 190 a 200 kg de peso vivo en menor período de tiempo, aumentando la eficiencia del sistema de producción.
GANANCIA DE PESO DEL NACIMIENTO AL DESTETE (GND)
Expresada en kilogramos (kg), la DEP para Ganancia del Nacimiento al Destete (GND) indica el potencial genético del toro para transmitir a su progenie genes con efecto directo sobre la velocidad de crecimiento desde el nacimiento hasta el destete (205 días).
DEP más elevadas son, en general, deseables, especialmente en sistemas de producción con buena disponibilidad de alimentos de calidad, donde el potencial genético para crecimiento puede expresarse plenamente.
CONFORMACIÓN, PRECOCIDAD Y MUSCULATURA (CPM)
Las características Conformación (C), Precocidad (P) y Musculatura (M) son importantes para la selección de animales más equilibrados, eficientes y productivos. Son evaluadas mediante puntuaciones visuales atribuidas por técnicos capacitados, en una escala de 1 a 5, al destete (205 días) y al sobreaño (500 días), siempre en relación con los animales del mismo grupo de manejo. Puntuaciones más elevadas indican mayor expresión de la característica.
DEPs más elevadas para CPM son deseables, ya que están asociadas con mayor eficiencia en la producción de carne, especialmente en sistemas productivos de ciclo corto.
Conformación (C)
La Conformación refleja el potencial de producción de carne de la canal y está influenciada principalmente por la longitud corporal y el grado de desarrollo muscular del animal. Durante la evaluación se estima visualmente la cantidad de carne que la canal podrá producir.
Precocidad (P)
La Precocidad de Terminación representa la capacidad del animal para alcanzar un grado adecuado de terminación de la canal con menor peso y edad. Esta característica posee gran importancia económica, ya que animales más precoces pueden ser faenados a menor edad, reduciendo el tiempo de permanencia en el sistema y los costos de producción.
En la evaluación visual, los animales con mayor precocidad presentan mayor deposición de grasa, especialmente en la base de la cola y en la región inguinal. En contraste, animales altos, longilíneos, con poca profundidad corporal y reducida cobertura de grasa tienden a ser más tardíos y, por ello, reciben menores puntuaciones para esta característica.
La combinación de elevada precocidad de crecimiento y elevada precocidad de terminación contribuye a la producción de animales más eficientes y equilibrados, capaces de alcanzar el peso y la terminación deseados en menor período de tiempo.
Musculatura (M)
La Musculatura evalúa el desarrollo de la masa muscular del animal, considerando principalmente la paleta, el lomo, la grupa y, especialmente, el tren posterior. Animales con mayor desarrollo muscular presentan mayor potencial para producción de carne y mejor rendimiento de canal.
PREPUCIO (OMBLIGO)
Esta característica evalúa el tamaño y la conformación del prepucio en los machos y del ombligo en las hembras. El prepucio posee gran importancia funcional, ya que animales con prepucio excesivamente largo o pendular presentan mayor predisposición a lesiones provocadas por la vegetación, lo que puede comprometer el desempeño reproductivo.
La evaluación se realiza mediante una escala de 1 a 5, donde las puntuaciones más altas corresponden a prepucios u ombligos mayores y más pendulares.
Las DEPs para Prepucio (Ombligo) se obtienen mediante un modelo de umbral y expresan diferencias en la probabilidad de ocurrencia de la característica. DEP más elevadas son deseables, ya que indican mayor probabilidad de que el toro produzca progenie con prepucio u ombligo corregido (puntuaciones de 1 a 3).
HABILIDAD MATERNA PARA GND (HM)
El desarrollo de los terneros hasta el destete está influenciado tanto por su potencial genético para crecimiento (efecto directo) como por la habilidad materna de las vacas, la cual está fuertemente relacionada con la producción de leche y los cuidados maternos.
Al decomponer la característica Ganancia del Nacimiento al Destete (GND) en sus componentes directo y materno, se obtiene la DEP para Habilidad Materna (HM). Esta DEP expresa el potencial genético del toro para transmitir a sus hijas genes asociados con la habilidad materna, que influirán en el desempeño de sus terneros para la característica GND.
DEP más elevadas son deseables, ya que indican mayor potencial para producir hijas capaces de destetar terneros con mayor ganancia de peso, como consecuencia de una mejor habilidad materna.
DÍAS PARA GANAR 400 KG DEL NACIMIENTO AL SOBREAÑO (D400)
La DEP Días para Ganar 400 kg del Nacimiento al Sobreaño (D400) es un indicador de precocidad de crecimiento y expresa el potencial genético del toro para reducir el número de días necesarios para que su progenie gane 400 kg de peso vivo desde el nacimiento hasta el sobreaño.
La DEP D400 se obtiene mediante la suma de las DEP D160 (días necesarios para ganar 160 kg en el período predestete) y D240 (días necesarios para ganar 240 kg en el período posdestete). De esta forma, la DEP D400 representa el potencial genético para la velocidad de crecimiento durante todo el período desde el nacimiento hasta el sobreaño.
La DEP D400 permite identificar toros cuya progenie presenta mayor velocidad de crecimiento, mayor uniformidad y alcanza el peso de comercialización más rápidamente.
DEP más elevadas son deseables, ya que indican mayor potencial genético para producir novillos terminados (430 a 440 kg de peso vivo) en menor intervalo de tiempo, aumentando la eficiencia del sistema productivo.
GANANCIA DE PESO DEL NACIMIENTO AL SOBREAÑO (GNS)
Expresada en kilogramos (kg), la DEP para Ganancia de Peso del Nacimiento al Sobreaño (GNS) indica el potencial genético del toro para transmitir a su progenie genes con efecto directo sobre la velocidad de crecimiento desde el nacimiento hasta el sobreaño (500 días de edad).
La DEP GNS se obtiene mediante la suma de las DEPs de ganancia de peso del nacimiento al destete y de ganancia de peso posdestete, representando el potencial genético para crecimiento durante todo el período predestete y posdestete.
DEPs más elevados son, en general, deseables en sistemas de producción con buena disponibilidad de alimentos de calidad, donde el potencial genético para crecimiento puede expresarse plenamente.
PERÍMETRO ESCROTAL AL SOBREAÑO (PE)
Expresada en centímetros (cm), la DEP para Perímetro Escrotal al Sobreaño (PE) es un importante indicador de precocidad sexual. Esta característica es ampliamente utilizada en los programas de mejoramiento genético de la raza Nelore, ya que toros con DEP más elevadas tienden a producir hijos e hijas sexualmente más precoces.
DEP más elevadas son deseables, por estar asociadas con mayor precocidad sexual de la progenie.
EDAD AL PRIMER PARTO (IPP)
Expresada en días, la DEP para Edad al Primer Parto (IPP) es un indicador de la precocidad sexual de las hijas del toro y está directamente relacionada con la eficiencia reproductiva, la rentabilidad y la competitividad del sistema productivo.
Las DEPs son estimadas con base en el desempeño reproductivo de las hijas de los toros. DEP más negativas son deseables, ya que indican mayor potencial genético para reducir la edad al primer parto.
RETORNO MATERNAL (RMAT)
El Retorno Maternal (RMAT) es un índice bioeconómico desarrollado para identificar vacas con mayor eficiencia productiva y toros con mayor potencial para producir estos vientres.
El cálculo del RMAT considera características relacionadas con precocidad sexual, permanencia productiva, costo estimado de mantenimiento de la vaca y desempeño de sus terneros. El índice expresa el retorno anual esperado por vaca, en kilogramos de peso vivo producidos, descontando el costo estimado de mantenimiento.
Además de la cantidad de peso producido, el RMAT también considera la calidad de ese peso, incorporando las DEPs de las características de conformación, precocidad y musculatura, que reflejan el potencial de producción de canales con mejor composición.
Toros con mayores valores de DEP RMAT son deseables, ya que tienden a producir hijas con menor edad al primer parto, mayor permanencia productiva en el rodeo, menor costo de mantenimiento y mayor eficiencia en la producción de terneros, los cuales presentan mayor ganancia de peso y mejor composición de canal en términos de conformación, precocidad y musculatura.
FRAME
El FRAME es una medida del tamaño corporal, estimada con base en la altura, el peso y la puntuación de conformación al sobreaño. Es una característica importante para adecuar el tamaño corporal de los animales al sistema de producción y a los objetivos de selección del rodeo.
PROBABILIDAD DE CEIP/CESUG (PCEIP)
El Certificado Especial de Identificación y Producción (CEIP) es un documento emitido por Programas de mejoramiento genético reconocidos por el Ministerio de Agricultura y Ganadería, destinado a animales genéticamente superiores para características productivas y que no presentan defectos graves que impidan su certificación. Este documento homólogo en Bolivia y Paraguay es denominado Certificado Especial de Superioridad Genética (CESUG).
DEP elevadas para Probabilidad de CEIP/CESUG son deseables, ya que indican mayor probabilidad de que el toro produzca progenie con potencial para cumplir los requisitos necesarios para la obtención del CEIP o del CESUG.
Base de Dados
Na tabela a seguir são apresentados os principais componentes da base de dados utilizada nas avaliações genéticas, incluindo o número de rebanhos (Reb), grupos contemporâneos (GC), touros, vacas e produtos avaliados para cada característica analisada.
| Característica avaliada | Reb | GC | Touros | Vacas | Produtos |
| Peso ao nascer | 560 | 6.775 | 23.756 | 832.424 | 1.983.452 |
| Dias para ganhar 160 kg do nasc. a desm. | 1.020 | 124.598 | 31.050 | 1.522.376 | 3.597.197 |
| Ganho de peso do nasc. à desmama | 1.020 | 124.598 | 31.050 | 1.522.376 | 3.597.197 |
| Conformação na desmama | 864 | 109.624 | 28.864 | 1.424.560 | 3.342.623 |
| Precocidade na desmama | 863 | 110.968 | 29.127 | 1.436.170 | 3.370.606 |
| Musculatura na desmama | 864 | 110.852 | 29.128 | 1.436.132 | 3.370.268 |
| Umbigo na desmama | 858 | 10.030 | 29.017 | 1.425.116 | 3.343.695 |
| Dias para ganhar 240 kg pós-desmama | 899 | 170.485 | 27.887 | 1.096.548 | 2.284.850 |
| Ganho de peso pós-desmama | 899 | 170.485 | 27.887 | 1.096.548 | 2.284.850 |
| Conformação no sobreano | 781 | 39.781 | 26.582 | 1.093.139 | 2.328.853 |
| Precocidade no sobreano | 781 | 42.037 | 26.852 | 1.101.225 | 2.343.446 |
| Musculatura no sobreano | 782 | 42.080 | 26.865 | 1.101.279 | 2.343.543 |
| Umbigo no sobreano | 777 | 8.717 | 26.788 | 1.099.392 | 2.339.559 |
| Perímetro escrotal no sobreano | 759 | 78.267 | 23.835 | 690.058 | 1.085.586 |
| Idade ao primeiro parto a | 707 | 19.364 | 8.896 | 283.453 | 401.759 |
| Retorno maternal | 498 | 77.436 | 9.926 | 693.930 | 1.139.008 |
| Frame | 298 | 46.914 | 15.457 | 364.420 | 708.413 |
| Probabilidade de CEIP | 712 | 87.825 | 24.683 | 978.961 | 2.048.943 |
a Na avaliação genética da idade ao primeiro parto foram considerados exclusivamente os rebanhos que adotam o desafio reprodutivo precoce das novilhas, uma vez que somente nesses sistemas é possível mensurar adequadamente a expressão da precocidade sexual e estimar com confiabilidade os valores genéticos para essa característica.
BASE DE DATOS UTILIZADA
La siguiente tabla presenta la estructura de la base de datos utilizada, incluyendo el número de rebaños (Reb), grupos contemporáneos (GC), toros, vacas y productos, discriminados para cada característica evaluada.
| Característica evaluada | Reb | GC | Toros | Vacas | Productos |
| Peso al nacer | 560 | 6.775 | 23.756 | 832.424 | 1.983.452 |
| Días para ganar 160 kg del nac. al dest. | 1.020 | 124.598 | 31.050 | 1.522.376 | 3.597.197 |
| Ganancia de peso del nac. al destete | 1.020 | 124.598 | 31.050 | 1.522.376 | 3.597.197 |
| Conformación al destete | 864 | 109.624 | 28.864 | 1.424.560 | 3.342.623 |
| Precocidad al destete | 863 | 110.968 | 29.127 | 1.436.170 | 3.370.606 |
| Musculatura al destete | 864 | 110.852 | 29.128 | 1.436.132 | 3.370.268 |
| Ombligo al Destete | 858 | 10.030 | 29.017 | 1.425.116 | 3.343.695 |
| Días para ganar 240 kg post-destete | 899 | 170.485 | 27.887 | 1.096.548 | 2.284.850 |
| Ganancia de peso post-destete | 899 | 170.485 | 27.887 | 1.096.548 | 2.284.850 |
| Conformación al sobreaño | 781 | 39.781 | 26.582 | 1.093.139 | 2.328.853 |
| Precocidad al sobreaño | 781 | 42.037 | 26.852 | 1.101.225 | 2.343.446 |
| Musculatura al sobreaño | 782 | 42.080 | 26.865 | 1.101.279 | 2.343.543 |
| Ombligo al sobreaño | 777 | 8.717 | 26.788 | 1.099.392 | 2.339.559 |
| Perímetro escrotal al sobreaño | 759 | 78.267 | 23.835 | 690.058 | 1.085.586 |
| Edad al primer partoa | 707 | 19.364 | 8.896 | 283.453 | 401.759 |
| Retorno maternal | 498 | 77.436 | 9.926 | 693.930 | 1.139.008 |
| Frame | 298 | 46.914 | 15.457 | 364.420 | 708.413 |
| Probabilidad de CEIP/CESUG | 712 | 87.825 | 24.683 | 978.961 | 2.048.943 |
a Para la evaluación genética de la edad al primer parto, se incluyeron únicamente los rebaños en los cuales las vaquillas son sometidas tempranamente a la reproducción, permitiendo evaluar el desempeño reproductivo bajo condiciones de mayor precocidad sexual.
Análise Genética
AVALIAÇÃO GENÉTICA TRADICIONAL
A análise genética foi realizada pela empresa GenSys utilizando metodologia baseada em modelos mistos e procedimentos estatísticos robustos para a estimação dos valores genéticos. O software empregado contempla análises de conectabilidade entre grupos contemporâneos, modelos animais multicaracterísticos e procedimentos específicos para reduzir os efeitos da heterogeneidade de variâncias e de observações discrepantes, visando aumentar a precisão, a robustez e a confiabilidade das estimativas. Os principais aspectos metodológicos são descritos a seguir.
(1) ANÁLISE DE CONECTABILIDADE
A acurácia das comparações entre touros avaliados em diferentes ambientes (grupos contemporâneos – GCs) depende do grau de conectabilidade genética existente entre esses grupos. Quando há poucas ligações genéticas entre GCs, a precisão das comparações é reduzida, podendo resultar em ordenamento incorreto dos animais.
Para minimizar esse problema, antes da realização da avaliação genética, os dados foram submetidos a uma análise completa de conectabilidade. O grau de conectabilidade entre os GCs foi estimado por meio das conexões genéticas estabelecidas entre os animais e seus ancestrais comuns, ponderadas pelo parentesco aditivo entre os indivíduos.
Para que um GC fosse considerado conectado à base principal de dados, estabeleceu-se como requisito a existência de, no mínimo, 10 laços genéticos diretos. Todos os produtos pertencentes a grupos contemporâneos não conectados foram excluídos da análise genética.
(2) MODELO ANIMAL MULTIVARIADO
O modelo básico, utilizado na análise de todas as características, pode ser descrito pela seguinte equação:
y₍ᵢⱼₖₗ₎ = [µ + gcᵢ + aⱼ + mₖ + peₖ + e₍ᵢⱼₖₗ₎] λₘ
em que y₍ᵢⱼₖₗ₎ é a observação fenotípica do animal l, previamente ajustada para os efeitos ambientais conhecidos; µ é a média geral da característica; gcᵢ é o efeito do grupo contemporâneo i (fixo); aⱼ é o efeito genético direto do animal j (aleatório); mₖ é o efeito genético materno da vaca k (aleatório); peₖ é o efeito de ambiente permanente associado à vaca k (aleatório); e₍ᵢⱼₖₗ₎ é o efeito residual associado à observação ijkl (aleatório); e λₘ é o fator de ponderação correspondente ao nível m da variância residual do grupo contemporâneo i.
Os componentes de (co)variâncias foram previamente estimados pelo método da Máxima Verossimilhança Restrita (REML).
(3) PROCEDIMENTOS ROBUSTOS DE ESTIMAÇÃO
Na estimação dos valores genéticos foram empregados procedimentos robustos para minimizar os efeitos da heterogeneidade de variâncias entre grupos contemporâneos e da magnitude dos resíduos associados às observações.
A função de ponderação (λₘ) atribui peso integral às observações com maior grau de confiança, reduzindo progressivamente a influência de observações pertencentes a grupos contemporâneos com elevada variabilidade e/ou que apresentem resíduos elevados. Dessa forma, cada registro contribui para as estimativas de acordo com o grau de confiabilidade que lhe é atribuído, aumentando a robustez e a estabilidade das avaliações genéticas.
AVALIAÇÃO GENÔMICA
As DEPs genômicas foram obtidas com o auxílio do programa SNP1101 (Sargolzaei, M., 2014. SNP1101 User’s Guide. Version 1.0. HiggsGene Solutions Inc.), utilizando o método BLUP genômico (GBLUP).
De forma resumida, o modelo GBLUP pode ser descrito pela seguinte equação:
y = 1ₙµ + Zg + e
em que y representa o vetor de pseudo-fenótipos da característica avaliada; µ é o parâmetro de posição comum a todas as observações; 1ₙ é um vetor de 1’s; Z é a matriz de incidência que relaciona os valores genômicos diretos aos pseudo-fenótipos; g corresponde ao vetor de valores genômicos diretos (Direct Genomic Values – DGV); e e representa o vetor de efeitos aleatórios residuais.
Assume-se que g ~ N(0, G*σ²g) e e ~ N(0, Rσ²e), em que G* é uma matriz combinada de parentesco genômico e R é uma matriz diagonal cujos elementos são definidos de forma a considerar as diferenças de acurácia dos pseudo-fenótipos utilizados em y.
EVALUACIÓN GENÉTICA TRADICIONAL
El análisis genético fue realizado por la empresa GenSys utilizando una metodología basada en modelos mixtos y procedimientos estadísticos robustos para la estimación de los valores genéticos. El software empleado contempla análisis de conectabilidad entre grupos contemporáneos, modelos animales multicaracteres y procedimientos específicos para reducir los efectos de la heterogeneidad de varianzas y de observaciones discrepantes, con el objetivo de aumentar la precisión, la robustez y la confiabilidad de las estimaciones. Los principales aspectos metodológicos se describen a continuación.
(1) ANÁLISIS DE CONECTABILIDAD
La exactitud de las comparaciones entre toros evaluados en diferentes ambientes (grupos contemporáneos – GCs) depende del grado de conectabilidad genética existente entre dichos grupos. Cuando existen pocas conexiones genéticas entre los GCs, la precisión de las comparaciones se reduce, pudiendo resultar en una clasificación incorrecta de los animales.
Con el fin de minimizar este problema, antes de realizar la evaluación genética, los datos fueron sometidos a un análisis completo de conexidad. El grado de conexidad entre los GCs fue estimado mediante las conexiones genéticas establecidas entre los animales y sus ancestros comunes, ponderadas por el parentesco aditivo entre los individuos.
Para que un GC fuera considerado conectado con la base principal de datos, se estableció como requisito la existencia de, al menos, 10 vínculos genéticos directos. Todos los productos pertenecientes a grupos contemporáneos no conectados fueron excluidos del análisis genético.
(2) MODELO ANIMAL MULTIVARIADO
El modelo básico, utilizado en el análisis de todas las características, puede describirse mediante la siguiente ecuación:
y₍ᵢⱼₖₗ₎ = [µ + gcᵢ + aⱼ + mₖ + peₖ + e₍ᵢⱼₖₗ₎] λₘ
donde y₍ᵢⱼₖₗ₎ es la observación fenotípica del animal l, previamente ajustada por los efectos ambientales conocidos; µ es el promedio general de la característica; gcᵢ es el efecto del grupo contemporáneo i (fijo); aⱼ es el efecto genético directo del animal j (aleatorio); mₖ es el efecto genético materno de la vaca k (aleatorio); peₖ es el efecto del ambiente permanente asociado a la vaca k (aleatorio); e₍ᵢⱼₖₗ₎ es el efecto residual asociado a la observación ijkl (aleatorio); y λₘ es el factor de ponderación correspondiente al nivel m de la varianza residual del grupo contemporáneo i.
Los componentes de (co)varianza fueron previamente estimados mediante el método de Máxima Verosimilitud Restringida (REML).
(3) PROCEDIMIENTOS ROBUSTOS DE ESTIMACIÓN
En la estimación de los valores genéticos se emplearon procedimientos robustos para minimizar los efectos de la heterogeneidad de varianzas entre grupos contemporáneos y de la magnitud de los residuos asociados a las observaciones.
La función de ponderación (λₘ) asigna peso completo a las observaciones con mayor grado de confiabilidad, reduciendo progresivamente la influencia de las observaciones pertenecientes a grupos contemporáneos con elevada variabilidad y/o que presentan residuos elevados. De esta manera, cada registro contribuye a las estimaciones de acuerdo con el grado de confiabilidad que le es atribuido, aumentando la robustez y la estabilidad de las evaluaciones genéticas.
EVALUACIÓN GENÓMICA
Las DEPs genómicas fueron obtenidas con la ayuda del programa SNP1101 (Sargolzaei, M., 2014. SNP1101 User’s Guide. Version 1.0. HiggsGene Solutions Inc.), utilizando el método BLUP genómico (GBLUP).
De forma resumida, el modelo GBLUP puede describirse mediante la siguiente ecuación:
y = 1ₙµ + Zg + e
donde y representa el vector de pseudofenotipos de la característica evaluada; µ es el parámetro de posición común a todas las observaciones; 1ₙ es un vector de unos; Z es la matriz de incidencia que relaciona los valores genómicos directos con los pseudofenotipos; g corresponde al vector de valores genómicos directos (Direct Genomic Values – DGV); y e representa el vector de efectos aleatorios residuales.
Se asume que g ~ N(0, G*σ²g) y e ~ N(0, Rσ²e), donde G* es una matriz combinada de parentesco genómico y R es una matriz diagonal cuyos elementos se definen de manera que consideran las diferencias de exactitud de los pseudofenotipos utilizados en y.
Como Interpretar o Sumário
DEP
As estimativas de valor genético são expressas na forma de DEP (Diferença Esperada na Progênie). Para os touros genotipados e/ou com progênie genotipada, essas estimativas são expressas na forma de DEPG (Diferença Esperada na Progênie aprimorada pela Genômica).
A DEP (ou DEPG) representa uma estimativa da metade do valor genético aditivo de um indivíduo, correspondendo ao efeito genético médio esperado a ser transmitido à sua progênie.
Para compreender o conceito de DEP, considere a característica dias para ganhar 400 kg do nascimento ao sobreano (D400). Suponha que os touros A e B apresentem DEPs de 40 e 10 dias, respectivamente. A diferença entre as DEPs é, portanto, de 30 dias. Isso significa que, quando acasalados com grupos comparáveis de vacas e desde que suas progênies sejam criadas sob as mesmas condições ambientais, espera-se que os filhos do touro A atinjam 400 kg de peso, em média, 30 dias antes dos filhos do touro B. Portanto, na interpretação das DEPs, o que importa são as diferenças entre os valores e não seus valores absolutos.
As DEPs para umbigo à desmama, umbigo ao sobreano e probabilidade de CEIP foram estimadas por meio de um modelo de limiar. Nesse caso, a DEP representa a diferença esperada na probabilidade de ocorrência da característica de interesse. Assim, se o touro A apresenta DEP de 0,40 e o touro B apresenta DEP de 0,70 para umbigo ao sobreano, espera-se que a progênie do touro B apresente, em média, uma probabilidade 30 pontos percentuais superior de apresentar umbigo corrigido (notas de 1 a 3), quando comparada à progênie do touro A.
BASE GENÉTICA
As DEPs apresentadas neste Sumário foram expressas em relação a uma base genética móvel, ou seja, em relação à média da população avaliada. Como os rebanhos participantes da Aliança Nelore são submetidos a intensa pressão de seleção e utilizam, predominantemente, touros geneticamente superiores, essa base genética é bastante exigente e representa um elevado padrão de comparação.
Em consequência, muitos touros podem apresentar DEPs inferiores às observadas em outras avaliações genéticas que utilizam bases de comparação diferentes. Portanto, ao comparar resultados entre avaliações, é importante considerar a base genética adotada.
Ressalta-se que, para a interpretação das DEPs, o que realmente importa são as diferenças entre os valores, e não seus valores absolutos.
ÍNDICES
Os índices sintetizam, em um único valor, o mérito genético global do animal, combinando as DEPs das características de interesse de acordo com sua importância relativa nos objetivos de seleção.
As ponderações percentuais aplicadas às DEPs padronizadas que compõem os índices CIA, DeltaGen, PAINT e ALIANÇA são apresentadas a seguir:
| Cia | DeltaGen | PAINT | ALIANÇA a | |||||
| CARACTERÍSTICA | DESM | ICIAGen | DESM | FINAL | DESM | IPAINT | DESM | FINAL |
| Peso ao nascer | – | 2,94 | – | 1,50 | – | – | – | – |
| Ganho de peso do nasc a desmama | 36,40 | 11,76 | – | – | 33,30 | 11,10 | – | – |
| Dias para ganhar 160 kg nasc-desm | – | – | 60,00 | 23,0 | – | – | 60,00 | 23,00 |
| Conformação na desmama | 18,20 | 1,47 | 8,00 | 3,00 | 16,70 | 3,65 | 8,00 | 4,00 |
| Precocidade na desmama | 22,70 | 5,88 | 16,00 | 8,00 | 25,00 | 10,25 | 16,00 | 8,00 |
| Musculatura na desmama | 22,70 | 5,88 | 16,00 | 8,00 | 25,00 | 10,25 | 16,00 | 8,00 |
| Ganho de peso pós-desmama | – | 25,00 | – | – | – | 23,75 | – | – |
| Dias para ganhar 240 kg pós-desm | – | – | – | 23,75 | – | – | – | 23,00 |
| Conformação no sobreano | – | 2,94 | – | 3,25 | – | 4,00 | – | 4,00 |
| Precocidade no sobreano | – | 11,76 | – | 8,75 | – | 11,25 | – | 8,00 |
| Musculatura no sobreano | – | 10,30 | – | 8,75 | – | 11,25 | – | 8,00 |
| Temperamento no sobreano b | – | 4,41 | – | – | – | – | – | – |
| Idade ao primeiro parto | – | 13,25 | – | 12,0 | – | 14,50 | – | 14,00 |
| Peso adulto de vaca b | – | 4,41 | – | – | – | – | – | – |
a Os rebanhos integrantes dos programas Nelore de Produção e da Associação Paraguaia dos Criadores de Nelore (APCN), bem como os demais clientes da GenSys, utilizam as mesmas ponderações dos Índices Aliança.
b DEPs não publicadas no sumário.
Os fatores de ponderação das características que compõem os índices foram definidos para uma base igual a 10, ou seja, como se cada touro fosse avaliado por meio de 10 características medidas em sua progênie. Assim, um índice igual a 10 indica que, em média, o touro apresentou desempenho equivalente a um desvio-padrão acima da média das DEPs padronizadas em cada uma das características que compõem o índice.
No cálculo dos índices CIA, DeltaGen, PAINT e Aliança são aplicadas penalizações quadráticas às DEPs padronizadas inferiores a −1 desvio-padrão, elevando-as ao quadrado e preservando seu sinal negativo. Também são aplicadas restrições às DEPs padronizadas de ganho de peso e de conformação, tanto na desmama quanto no pós-desmama, além de funções que consideram a variabilidade das DEPs padronizadas entre as diferentes características. Esses procedimentos têm como objetivo identificar animais geneticamente mais equilibrados, evitando que desempenhos muito inferiores em determinadas características sejam compensados por desempenhos elevados em outras.
ÍNDICE FRIGORÍFICO (IFRIG)
O Índice Frigorífico contempla características de carcaça e de qualidade da carne, permitindo a identificação de animais geneticamente superiores para velocidade de ganho de peso, rendimento de carcaça e de desossa, precocidade de acabamento, marmoreio e maciez, sem promover aumento do peso adulto.
Esse índice constitui uma ferramenta eficiente para a seleção de reprodutores capazes de produzir animais com maior valor para a indústria frigorífica, contribuindo para uma produção de carne de alta qualidade, eficiente, sustentável e economicamente rentável.
As ponderações aplicadas às DEPs padronizadas que compõem o Índice Frigorífico são apresentadas a seguir:
| CARACTERÍSTICA | IFRIG |
| Peso de carcaça quente a | 9 |
| Área de olho de lombo a | 11 |
| Rendimento de carcaça a | 21 |
| Espessura de gordura subcutânea a | 11 |
| Maciez (Shear Force) a | 8 |
| Marmoreio a | 3 |
| Ganho de peso pós-desmama | 8 |
| Conformação no sobreano | 1 |
| Precocidade no sobreano | 9 |
| Musculatura no sobreano | 9 |
| Peso adulto a | 10 |
a DEPs não publicadas no sumário.
ÍNDICE PRECOCIDADE SEXUAL (IPREC)
O Índice Precocidade Sexual contempla características relacionadas direta e indiretamente à prenhez precoce das novilhas. Constitui uma ferramenta eficiente para identificar reprodutores com maior potencial genético para reduzir a idade ao primeiro parto, sendo especialmente importante para rebanhos que adotam sistemas de produção de ciclo curto.
As ponderações aplicadas às DEPs padronizadas que compõem o Índice Precocidade Sexual são apresentadas a seguir:
| CARACTERÍSTICA | IPREC |
| Precocidade na desmama | 10 |
| Ganho de peso pós-desmama | 10 |
| Precocidade no sobreano | 10 |
| Perímetro escrotal ajustado para idade | 10 |
| Perímetro escrotal ajustado para idade e peso | 10 |
| Idade ao primeiro parto | 50 |
DECAS E PERCENTIS
As DECAS e os PERCENTIS são formas de classificação dos touros obtidas com base nas DEPs e nos índices padronizados. As DECAS agrupam os animais em classes de 10%, enquanto os PERCENTIS os classificam em classes de 1%.
Esses indicadores permitem comparar, de forma rápida e objetiva, o desempenho genético de um touro em relação aos demais participantes da avaliação. A DECA 1 identifica os touros classificados entre os 10% melhores; a DECA 2, aqueles situados entre os 11% e 20% melhores; e assim sucessivamente até a DECA 10.
ACURÁCIAS
A acurácia expressa o grau de confiança associado à estimativa da DEP. Seus valores variam de 0 a 1, sendo que valores mais elevados indicam maior precisão e confiabilidade da estimativa.
A acurácia depende da quantidade e da qualidade das informações disponíveis para a avaliação genética do touro. Entre as principais fontes de informação estão o desempenho do próprio animal, de sua progênie e de seus parentes (pai, mãe, irmãos completos, meio-irmãos, entre outros), bem como as informações de genotipagem do próprio animal e de seus parentes. À medida que novas informações são incorporadas à avaliação, a acurácia tende a aumentar.
É importante destacar que a seleção deve ser realizada com base nas DEPs e nos índices, e não na acurácia. A acurácia deve ser utilizada apenas como um indicador do nível de confiança das estimativas e, consequentemente, como um critério para definir a intensidade de uso de cada touro.
GRAU DE CONFIABILIDADE DOS ÍNDICES
O grau de confiabilidade dos índices foi determinado com base na acurácia, no número de filhos avaliados, no número de rebanhos em que o touro foi utilizado e na distribuição de seus filhos entre os rebanhos. Os touros foram classificados em três graus de confiabilidade: A (elevado), B (intermediário) e C (inferior), de acordo com os seguintes critérios.
Grau de confiabilidade A (elevado)
O touro enquadra-se em qualquer uma das seguintes situações:
- Acurácia do índice igual ou superior a 0,90, com 50 ou mais filhos avaliados, independentemente do número de rebanhos em que foi utilizado; ou
- Acurácia do índice igual ou superior a 0,85, com 100 ou mais filhos avaliados, distribuídos em quatro ou mais rebanhos.
Grau de confiabilidade B (intermediário)
O touro enquadra-se em qualquer uma das seguintes situações, desde que não atenda aos critérios do grau A:
- Acurácia do índice igual ou superior a 0,75 e inferior a 0,90, com qualquer número de filhos; ou
- Entre 20 e 50 filhos avaliados, independentemente da acurácia, quando utilizado em apenas um rebanho; ou
- Entre 20 e 50 filhos avaliados, independentemente da acurácia, quando utilizado em dois ou três rebanhos, desde que em pelo menos um deles tenha produzido menos de 10 filhos avaliados.
Grau de confiabilidade C (inferior)
- Classificam-se neste grupo os touros com menos de 20 filhos avaliados, independentemente do valor de acurácia e do número de rebanhos com informações utilizadas na avaliação genética. Esses animais não foram publicados nesta edição do Sumário Genômico Aliança Nelore.
Espera-se que os touros classificados com grau de confiabilidade A apresentem menor variação em suas DEPs e índices à medida que novas informações sejam incorporadas à base de dados Aliança, em comparação com os touros classificados nos graus de confiabilidade B e C.
CÓMO INTERPRETAR EL SUMARIO
DEP
Las estimaciones de valor genético se expresan en forma de DEP (Diferencia Esperada en la Progenie). Para los toros genotipados y/o con progenie genotipada, estas estimaciones se expresan como DEPG (Diferencia Esperada en la Progenie mejorada por Genómica).
La DEP (o DEPG) representa una estimación de la mitad del valor genético aditivo de un individuo, correspondiendo al efecto genético promedio esperado que será transmitido a su progenie.
Para comprender el concepto de DEP, considere la característica días para alcanzar 400 kg desde el nacimiento hasta el sobreaño (D400). Suponga que los toros A y B presentan DEPs de 40 y 10 días, respectivamente. La diferencia entre las DEPs es, por lo tanto, de 30 días. Esto significa que, cuando sean apareados con grupos comparables de vacas y siempre que sus progenies sean criadas bajo las mismas condiciones ambientales, se espera que los hijos del toro A alcancen los 400 kg de peso, en promedio, 30 días antes que los hijos del toro B. Por lo tanto, en la interpretación de las DEPs, lo importante son las diferencias entre los valores y no sus valores absolutos.
Las DEPs para ombligo al destete, ombligo al sobreaño y probabilidad de CEIP/CESUG fueron estimadas mediante un modelo de umbral. En este caso, la DEP representa la diferencia esperada en la probabilidad de ocurrencia de la característica de interés. Así, si el toro A presenta una DEP de 0,40 y el toro B presenta una DEP de 0,70 para ombligo al sobreaño, se espera que la progenie del toro B presente, en promedio, una probabilidad 30 puntos porcentuales superior de presentar ombligo corregido (notas de 1 a 3), en comparación con la progenie del toro A.
BASE GENÉTICA
Las DEPs presentadas en este Sumario fueron expresadas en relación con una base genética móvil, es decir, con respecto al promedio de la población evaluada. Como los rebaños participantes de la Alianza Nelore están sometidos a una intensa presión de selección y utilizan predominantemente toros genéticamente superiores, esta base genética es bastante exigente y representa un elevado estándar de comparación.
Como consecuencia, muchos toros pueden presentar DEPs inferiores a las observadas en otras evaluaciones genéticas que utilizan diferentes bases de comparación. Por lo tanto, al comparar resultados entre evaluaciones, es importante considerar la base genética adoptada.
Se destaca que, para la interpretación de las DEPs, lo que realmente importa son las diferencias entre los valores y no sus valores absolutos.
ÍNDICES
Los índices sintetizan, en un único valor, el mérito genético global del animal, combinando las DEPs de las características de interés de acuerdo con su importancia relativa en los objetivos de selección.
Las ponderaciones porcentuales aplicadas a las DEPs estandarizadas que componen los índices CIA, DeltaGen, PAINT y ALIANZA se presentan a continuación:
| Cia | DeltaGen | PAINT | ALIANÇA a | |||||
| CARACTERÍSTICA | DESM | ICIAGen | DESM | FINAL | DESM | IPAINT | DESM | FINAL |
| Peso al nacer | – | 2,94 | – | 1,50 | – | – | – | – |
| Ganancia de peso del nacimiento al Destete | 36,40 | 11,76 | – | – | 33,30 | 11,10 | – | – |
| Días para ganar 160 kg nac-dest | – | – | 60,00 | 23,0 | – | – | 60,00 | 23,00 |
| Conformación al destete | 18,20 | 1,47 | 8,00 | 3,00 | 16,70 | 3,65 | 8,00 | 4,00 |
| Precocidad al destete | 22,70 | 5,88 | 16,00 | 8,00 | 25,00 | 10,25 | 16,00 | 8,00 |
| Musculatura al destete | 22,70 | 5,88 | 16,00 | 8,00 | 25,00 | 10,25 | 16,00 | 8,00 |
| Ganancia de peso pos-destete | – | 25,00 | – | – | – | 23,75 | – | – |
| Días para ganar 240 kg pos-destete | – | – | – | 23,75 | – | – | – | 23,00 |
| Conformación al sobreaño | – | 2,94 | – | 3,25 | – | 4,00 | – | 4,00 |
| Precocidad al sobreaño | – | 11,76 | – | 8,75 | – | 11,25 | – | 8,00 |
| Musculatura al sobreaño | – | 10,30 | – | 8,75 | – | 11,25 | – | 8,00 |
| Temperamento al sobreaño b | – | 4,41 | – | – | – | – | – | – |
| Edad al primer parto | – | 13,25 | – | 12,0 | – | 14,50 | – | 14,00 |
| Peso adulto de vacab | – | 4,41 | – | – | – | – | – | – |
a Los rebaños integrantes de los programas Nelore de Producción y de la Asociación Pya. de Criadores de Nelore (APCN), así como los demás clientes de GenSys, utilizan las mismas ponderaciones de los índices Alianza.
b DEPs no publicadas en el sumario.
Los factores de ponderación de las características que componen los índices fueron definidos para una base igual a 10, es decir, como si cada toro fuera evaluado mediante 10 características medidas en su progenie. Así, un índice igual a 10 indica que, en promedio, el toro presentó un desempeño equivalente a un desvío estándar por encima de la media de las DEPs estandarizadas para cada una de las características que componen el índice.
En el cálculo de los índices CIA, DeltaGen, PAINT y Alianza se aplican penalizaciones cuadráticas a las DEPs estandarizadas inferiores a −1 desvío estándar, elevándolas al cuadrado y manteniendo su signo negativo. También se aplican restricciones a las DEPs estandarizadas de ganancia de peso y conformación, tanto al destete como en la etapa posdestete, además de funciones que consideran la variabilidad de las DEPs estandarizadas entre las diferentes características. Estos procedimientos tienen como objetivo identificar animales genéticamente más equilibrados, evitando que desempeños muy inferiores en determinadas características sean compensados por desempeños elevados en otras.
ÍNDICE FRIGORÍFICO (IFRIG)
El Índice Frigorífico contempla características de carcasa y calidad de carne, permitiendo la identificación de animales genéticamente superiores para velocidad de ganancia de peso, rendimiento de carcasa y desposte, precocidad de terminación, marmoleo y terneza, sin promover un aumento del peso adulto.
Este índice constituye una herramienta eficiente para la selección de reproductores capaces de producir animales con mayor valor para la industria frigorífica, contribuyendo a una producción de carne de alta calidad, eficiente, sostenible y económicamente rentable.
Las ponderaciones aplicadas a las DEPs estandarizadas que componen el Índice Frigorífico se presentan a continuación:
| CARACTERÍSTICA | IFRIG |
| Peso de carcasa caliente a | 9 |
| Área de ojo de bife a | 11 |
| Rendimiento de carcasa a | 21 |
| Espesor de grasa subcutánea a | 11 |
| Terneza (Shear Force) a | 8 |
| Marmoleado a | 3 |
| Ganancia de peso pos-destete | 8 |
| Conformación al sobreaño | 1 |
| Precocidad al sobreaño | 9 |
| Musculatura al sobreaño | 9 |
| Peso adulto a | 10 |
a DEPs no publicadas en el sumario.
ÍNDICE PRECOCIDAD SEXUAL (IPREC)
El Índice de Precocidad Sexual contempla características relacionadas directa e indirectamente con la preñez temprana de las vaquillas. Constituye una herramienta eficiente para identificar reproductores con mayor potencial genético para reducir la edad al primer parto, siendo especialmente importante para rebaños que adoptan sistemas de producción de ciclo corto.
Las ponderaciones aplicadas a las DEPs estandarizadas que componen el Índice de Precocidad Sexual se presentan a continuación:
| CARACTERÍSTICA | IPREC |
| Precocidad al destete | 10 |
| Ganancia de peso posdestete | 10 |
| Precocidad al sobreaño | 10 |
| Perímetro escrotal ajustado para edad | 10 |
| Perímetro escrotal ajustado para edad y peso | 10 |
| Edad al primer parto | 50 |
DECAS Y PERCENTILES
Las DECAS y los PERCENTILES son formas de clasificación de los toros obtenidas con base en las DEPs y en los índices estandarizados. Las DECAS agrupan a los animales en clases del 10%, mientras que los PERCENTILES los clasifican en clases del 1%.
Estos indicadores permiten comparar, de forma rápida y objetiva, el desempeño genético de un toro en relación con los demás participantes de la evaluación. La DECA 1 identifica a los toros clasificados entre el 10% superior; la DECA 2, aquellos ubicados entre el 11% y el 20% superior; y así sucesivamente hasta la DECA 10.
PRECISIONES
La precisión expresa el grado de confianza asociado a la estimación de la DEP. Sus valores varían de 0 a 1, siendo que valores más elevados indican una mayor precisión y confiabilidad de la estimación.
La precisión depende de la cantidad y calidad de la información disponible para la evaluación genética del toro. Entre las principales fuentes de información se encuentran el desempeño del propio animal, de su progenie y de sus parientes (padre, madre, hermanos completos, medio hermanos, entre otros), así como la información de genotipificación del propio animal y de sus parientes. A medida que se incorporan nuevas informaciones a la evaluación, la precisión tiende a aumentar.
Es importante destacar que la selección debe realizarse con base en las DEPs y los índices, y no en la precisión. La precisión debe utilizarse únicamente como un indicador del nivel de confianza de las estimaciones y, consecuentemente, como un criterio para definir la intensidad de uso de cada toro.
GRADO DE CONFIABILIDAD DE LOS ÍNDICES
El grado de confiabilidad de los índices fue determinado con base en la exactitud, el número de hijos evaluados, el número de rebaños en los que el toro fue utilizado y la distribución de sus hijos entre los rebaños. Los toros fueron clasificados en tres grados de confiabilidad: A (alto), B (intermedio) y C (bajo), de acuerdo con los siguientes criterios.
Grado de confiabilidad A (alto)
El toro se clasifica en este grupo cuando cumple cualquiera de las siguientes situaciones:
- Precisión del índice igual o superior a 0,90, con 50 o más hijos evaluados, independientemente del número de rebaños en los que fue utilizado; o
- Precisión del índice igual o superior a 0,85, con 100 o más hijos evaluados, distribuidos en cuatro o más rebaños.
Grado de confiabilidad B (intermedio)
El toro se clasifica en este grupo cuando cumple cualquiera de las siguientes situaciones, siempre que no cumpla los criterios del grado A:
- Precisión del índice igual o superior a 0,75 e inferior a 0,90, con cualquier número de hijos; o
- Entre 20 y 50 hijos evaluados, independientemente de la exactitud, cuando fue utilizado en un único rebaño; o
- Entre 20 y 50 hijos evaluados, independientemente de la exactitud, cuando fue utilizado en dos o tres rebaños, siempre que en al menos uno de ellos haya producido menos de 10 hijos evaluados.
Grado de confiabilidad C (bajo)
Se clasifican en este grupo los toros con menos de 20 hijos evaluados, independientemente del valor de precisión y del número de rebaños con información utilizada en la evaluación genética. Estos animales no fueron publicados en esta edición del Sumario Genómico Alianza Nelore.
Se espera que los toros clasificados con grado de confiabilidad A presenten menor variación en sus DEPs e índices a medida que nuevas informaciones sean incorporadas a la base de datos Alianza, en comparación con los toros clasificados en los grados de confiabilidad B y C.
Legenda
| Código | Descrição |
| NOME DO TOURO | Nome do touro |
| REGISTRO TOURO | Registro do touro |
| IA | Código do fornecedor de sêmen |
| GEN | A letra “g” indica que o touro foi genotipado (possui avaliação genômica) |
| REB DESM | Número de rebanhos nos quais o touro possui filhos avaliados na desmama |
| NF DESM | Número de filhos avaliados na desmama |
| AC DESM | Acurácia do Índice Desmama |
| CONF DESM | Grau de confiabilidade do Índice Desmama (A = elevado; B = intermediário) |
| DEP | Diferença Esperada na Progênie |
| D | DECA (0 indica DECA 10) |
| PER | Percentil (0 indica percentil 100) |
| PN | Peso ao nascer |
| DIAS 160 | Dias para ganhar 160 kg do nascimento à desmama |
| GND | Ganho de peso do nascimento à desmama |
| C DESM | Conformação na desmama |
| P DESM | Precocidade na desmama |
| M DESM | Musculatura na desmama |
| U DESM | Umbigo na desmama |
| H MAT | Habilidade materna para ganho de peso do nascimento à desmama |
| IND DESM PAINT | Índice Desmama PAINT |
| IND DESM CIA | Índice Desmama Cia |
| IND DESM ALIANÇA | Índice Desmama Aliança |
| REB SOBR | Número de rebanhos nos quais o touro possui filhos avaliados no sobreano |
| NF SOBR | Número de filhos avaliados no sobreano |
| AC SOBR | Acurácia do Índice Final |
| CONF SOBR | Grau de confiabilidade do Índice Final (A = elevado; B = intermediário) |
| DIAS 400 | Dias para ganhar 400 kg do nascimento ao sobreano |
| GNS | Ganho de peso do nascimento ao sobreano |
| C SOBR | Conformação no sobreano |
| P SOBR | Precocidade no sobreano |
| M SOBR | Musculatura no sobreano |
| U SOBR | Umbigo no sobreano |
| PE/I | Perímetro escrotal ajustado para a idade |
| IPP | Idade ao primeiro parto |
| RMAT | Retorno maternal |
| FRAME | Medida de tamanho corporal |
| PCEIP | Probabilidade de CEIP |
| IFRIG | Índice Frigorífico |
| IPREC | Índice de Precocidade Sexual |
| IND DeltaGen | Índice DeltaGen |
| IND ICIAGen | Índice Final Cia |
| IND IPAINT | Índice Final PAINT |
| IND FINAL ALIANÇA | Índice Final Aliança |
LEYENDA
| Código | Descripción |
| NOME DO TOURO | Nombre del toro |
| REGISTRO TOURO | Registro del toro |
| IA | Código que indica el proveedor de semen |
| GEN | La letra “g” indica que el toro fue genotipado (posee evaluación genómica) |
| REB DESM | Número de rebaños donde el toro posee hijos evaluados al destete |
| NF DESM | Número de hijos evaluados al destete |
| AC DESM | Precisión del Índice Destete |
| CONF DESM | Grado de confiabilidad en el Índice Destete (A=elevado, B=intermedio) |
| DEP | Diferencia esperada en la Progenie |
| D | DECA (0 indica DECA 10) |
| PER | Percentil (0 indica percentil 100) |
| PN | Peso al nacer |
| DÍAS 160 | Días para ganar 160 kg del nacimiento al Destete |
| GND | Ganancia de peso del nacimiento al Destete |
| C DESM | Conformación al destete |
| P DESM | Precocidad al destete |
| M DESM | Musculatura al destete |
| O DEST | Ombligo al destete |
| H MAT | Habilidad materna para ganancia de peso del nacimiento al destete |
| IND DEST PAINT | Índice Destete PAINT |
| IND DEST CIA | Índice Destete Cia |
| IND DEST ALIANZA | Índice Destete Alianza |
| REB SOBR | Número de rebaños donde el toro posee hijos evaluados al sobreaño |
| NF SOBR | Número de hijos evaluados al sobreaño |
| AC SOBR | Precisión del Índice final |
| CONF SOBR | Grado de confiabilidad en el Índice Final (A=elevado, B=intermedio) |
| DÍAS 400 | Días para ganar 400 kg del nacimiento al sobreaño |
| GNS | Ganancia de peso del nacimiento al sobreaño |
| C SOBR | Conformación al sobreaño |
| P SOBR | Precocidad al sobreaño |
| M SOBR | Musculatura al sobreaño |
| O SOBR | Ombligo al sobreaño |
| PE/I | Perímetro escrotal ajustado para edad |
| IPP | Edad al primer parto |
| RMAT | Retorno maternal |
| FRAME | Medida de tamaño corporal |
| IFRIG | Índice Frigorífico |
| IPREC | Índice Precocidad Sexual |
| IND DeltaGen | Índice DeltaGen |
| IND ICIAGen | Índice Final Cia |
| IND IPAINT | Índice Final PAINT |
| IND FINAL ALIANZA | Índice Final Alianza |
Fornecedores de Sêmen
| CÓDIGO | DESCRIÇÃO | SITE/E-MAIL | TELEFONE |
| 1 | GENETICA AMERICANA | www.geneticaamericana.com.py | +595 21 672150 |
| 3 | SELECCION GENETICA | ventas@selecciongenetica.com.py | +595 21 291973 |
| 4 | MEGANUTRI SRL | rafael@meganutri.com.bo | (591) 6875 8328 |
| 8 | NELORE ESTRELLITA | henrique@aguaray.com | +595 981759135 |
| A | ABS PECPLAN | www.abspecplan.com.br | (34) 3319 5400 |
| B | SELECT SIRES DO BRASIL | www.selectsires.com.br | (51) 3222 9688 |
| C | AGROPECUARIA CHACURRU S.A. | agropchacurru@gmail.com | +595 981 554631 |
| D | PREMIUMGEN | www.premiumgem.com.br | (43) 3017 0405 |
| E | EMPRESA MARINHO DE AGROP.PANTANAL | www.emapantanal.com.br | (67) 3231 6309 |
| G | AG – BRASIL INSEMINACAO ARTIFICIAL | www.agbrasil.com.br | (16) 2137 7700 |
| H | ALTA GENETICS | www.altagenetics.com.br | (34) 3318 7777 |
| I | GENEX | www.genexbrasil.com.br | (16) 3362 3888 |
| L | CRV Lagoa | https://crv4all.com.br/pt | (16) 3797-1500 |
| M | GECAL | www.gecal.com.py | +595 981 383561 |
| N | APOIO GENETICA | www.apoiogenetica.com.br | (18) 3903 5151 |
| O | SUNSAS Comp.Agric. e Florestal | marcusback@hotmail.com | (591) 6770 6400 |
| P | GENETYX | www.genetyx.com.py | +595 21 503445 |
| Q | PITANOHAGA S.A. | dannybordas1975@gmail.com | +595 981 640064 |
| R | RANCHO ROSALBA | ranchorosalba@gmail.com | +595 21 610080 |
| S | ST Repro | comercial@strepro.com | (16)99628 5544 |
| T | ESTANCIA AGUERITO | christopher@lagunita.com.py | +595 984 629035 |
| U | ARAUCARIA | www.argen.com.br | (43) 3315 3500 |
| V | GACISA | nicolas.silva@gsb.com.py | +595 21 642702 |
| W | GOYA | bwasmosy@gmail.com | +595 21 291781 |
| X | SEMEX BRASIL | www.semex.com.br | (47) 3231 0400 |
| Y | SEMCON | semcon@consultpec.com.py | +595 21 520609 |
| Z | ZEBU FERTIL | www.zebufertil.com | (67) 3015 9300 |
Empresas Integrantes
ENDEREÇOS DAS EMPRESAS PARTICIPANTES/DIRECCIONES DE LAS EMPRESAS PARTICIPANTES |
| ASSOCIAÇÃO PAINT
São João da Bela Vista – SP (19) 99694 0312 juliana.sesana@paintmga.com.br |
| CIA. DE MELHORAMENTO
Associação de criadores (11) 3095 9950 associademelhoramento@gmail.com www.ciademelhoramento.com.br |
| ESTANCIA AGUERITO
Estancia Lagunita S.A. Pedro Juan Caballero, Amambay – Paraguay +(595 984) 629035 |
| ESTÂNCIA CARANDAY
Cacilda Morais Jacintho Ferraz Miranda – MS (67) 98125 5591 eduardo@japo.com.br |
| ESTÂNCIA JB
Diego Oliveira Bazzo e outro Panorama – SP (16) 99962 0301 jbazzo49@gmail.com |
| FAZENDA 2M
Norvail Leal MaiaInocência – MS (67) 9965 1916 |
| FAZENDA 4 CORAÇÕES
Mario Sergio Manfrim e Outro Nova Andradina – MS (14) 99798 6543 mem.agronegocio@manfrim.com.br |
| FAZENDA ÁGUA LIMPA
Marina Schweizer e OutrosRinópolis – SP (18) 3583 249 8fazendaagualimpa@gmail.com |
| FAZENDA ÁGUA LIMPA
Sanyo Agropecuária Ltda Água Clara – MS (67) 3521 2248 ernestotl@terra.com.br |
| FAZENDA AREIAS
Agropecuára Areias Participações Ltda Porto Murtinho – MS (67) 99231 7172 |
| FAZENDA BOA VISTA
Benvindo José Fernandes Cabeceiras – GO (61) 99663 9128 neloreboavista@yahoo.com.br |
| FAZENDA BOCA DA ONÇA
Haroldo de Sá Quartim Barbosa Bodoquena – MS (18) 99782-1664 |
| FAZENDA BOM FUTURO
Thiago Breda Eunápolis – BA (73) 99985 2217 thiadolbreda@gmail.com |
| FAZENDA BOM SUCESSO
Getulio Furlan Paranatinga – MT (66) 98444 0084 furlanvet@bol.com.br |
| FAZENDA BRASIL FRONTEIRA
Claides Lazaretti Masutti Pimenteiras do Oeste – MT (65) 99929-3151 |
| FAZENDA CAÇADINHA
Fabiani Agropecuária Rio Brilhante – MS (67) 3452 5100 roberto.freitas@fabianiagropecuaria.com.br |
| FAZENDA CACHOEIRA
Ricardo Werneck Ceneviva Peabiru – PR (44) 99716-2507 |
| FAZENDA CAMBURY
Guilherme do Val e Outra Araguaiana – MT (66) 99988 2775 fazendacambury@hotmail.com |
| FAZENDA CAMPO LARGO
Antonio de Padua Coelho Fortaleza dos Nogueiras – MA (61) 98187 0147 borispcoelho@gmail.com |
| FAZENDA CARAMURU
Agropastoril Fazenda Caramuru Ltda Inúbia Paulista – SP (18) 99764 2701 marcusvet@fazendacaramuru.com.br |
| FAZENDA CELINA
Ricardo Ferruzzi Brambilla Eldorado – MS (18) 99794 2820 ricardo@jvr.com.br |
| FAZENDA DA GROTA
Ingrid Carvalho C. Graziano Formosa – GO (11) 97709 9296 ingrid@oiabrasil.com.br |
| FAZENDA DA MATA
Condominio Agrop.Gustavo L.S.Meirelles e Outros. Caldas Novas – MG (16) 98151 0030 |
| FAZENDA DOIS IRMÃOS
Danilo Ferreira MartinsBataguassu – MS (67) 99652-1803 |
| FAZENDA DOIS IRMÃOS
Mariana Lucia Ferreira Martins Bataguassu – MS(67) 99652 1803 |
| FAZENDA DOIS IRMÃOS
Valdir José Torezan Camapuã – MS (18) 98138 5119 |
| FAZENDA E HARAS MARIMBONDO
Marina Schweizer e Outros Conselheiro Mairinck – PR (43) 991 9042 66 |
| FAZENDA ESPERANÇA II
Andrey Rodrigues Bataguassu – MS (14) 99783 2232 |
| FAZENDA ESTANCIA AGUERITO
Mate Laranjeira Mendes del Paraguay S/A HorquetaConcepción – Paraguay 0336 274693 |
| FAZENDA ESTRELA
Elio Carlos de Oliveira Ribeirão Cascalheira – MT (66) 9974 8692 neloreestrela@gmail.com |
| FAZENDA ESTRELA DO GUAPORÉ
Nelson Braido Comodoro– MT (65) 3283-1758 |
| FAZENDA GUARANI
Moacyr Angelo Balestreri Paragominas – PA (91) 99173-8747 |
| FAZENDA ITAPOÃ
PAU D’ALHO AGROPECUARIA Paranaíba – MS (67) 99965 1916 arthur@gapd.com.br |
| FAZENDA JACARÉ
Agroflorestal Tozzo S/A Campo Grande – MS (67) 99928-1523 |
| FAZENDA JATIUCA
Ney Agilson Padilha Água Clara – MS (67) 3522 7835 ney@uniaotl.com.br |
| FAZENDA KARIMÃ – SF AGROPECUÁRIA
Sandra Höfig de Barros e Fábio Pimentel de Barros Brasilândia – MS (67) 3222 6897 |
| FAZENDA LAFFRANCHI – PARANÁ
Agrop. Laffranchi Com. Ind. Ltda Tamarana – PR (43) 3399 4700 |
| FAZENDA MARAGOGIPE
Agropecuária Maragogipe Ltda Itaquiraí – MS (67) 3476 1121 maragogipe@maragogipe.com |
| FAZENDA MONTE ALEGRE
Humberto de Andrade Junqueira Filho Parapuã – SP (18) 99101- 1044 |
| FAZENDA MORRINHO
Ivnna Pinto Luiz Bela Vista – MS (67 3439-4386 |
| FAZENDA NEGRINHA
Haroldo de Sá Quartim Barbosa Parapuã – SP (18) 99782-1664 |
| FAZENDA NOVA ESTRELA DO GUAPOPE
Nova Estrela do Guaporé Agropastoril Ltda. Nova Lacerda – MT (65) 3283 1243 |
| FAZENDA OITEIROS
Felipe Costa Almeida. Lagartos – SE (79) 98865 6588 |
| FAZENDA ORIENTE
Aluisio de Barros Cunha e outros. Coxim – MS (67) 99984 4146 |
| FAZENDA PAREDÃO da SANTA EDWIGES
Roberto Nascimento Oliveira Rio Verde – MS (67) 99912 3678 meremoliveira@gmail.com |
| FAZENDA PATIZAL
Maria Isis Maia de Souza Pereira Filadélfia – TO (63)3421 2268 f.maia.pereira@uol.com.br |
| FAZENDA PEIXE DE COURO
Grupo Rezende Santo Antônio Leverger – MT (66) 3424 2731 |
| FAZENDA PONTE ALTA
Agricola Rio Galhão S.A Mateiros – TO (63)99286 4398 |
| FAZENDA POUCO TEMPO
Eduardo Palmério Cocos – BA (34)3313 7425 |
| FAZENDA PRIMAVERA
Empresa Marinho de Agropecuária do Pantanal Ltda Corumbá – MS (67)3231 6309 |
| FAZENDA PROTEÇÃO
Daniel Martins Filho Rio Brilhante – MS (18) 99608-2124 |
| FAZENDA QUERÊNCIA
Gilberto Antonio Saraiva Cabianca Três Lagoas – MS (19) 99891 2478 |
| FAZENDA RANCHO FUNDO
Maria Helena Zaccarelli Pimentel Cassilândia – MS (17) 3342 2922 |
| FAZENDA SAN JOSÉ
Agropecuária. Bambusa SAS La Primavera,Vichada, Colômbia (57) 3134 193 913 |
| FAZENDA SANT’ ANNA DO APA
Jaguari Comercial e Agrícola Ltda Bela Vista – MS (67) 3439 1078 |
| FAZENDA SANTA CECILIA
Daniel Martins Filho Tarabai – SP (18) 99608-2124 |
| FAZENDA SANTA CECILIA
Giancarlo Brighenti Tres Lagoas – MS (44) 99173 1514 |
| FAZENDA SANTA ENCARNAÇÃO
Antonio do Amaral Perez e Outros Bataguassu – MS (67) 3541 1634 |
| FAZENDA SANTA FÉ DO CORIXINHO
Roberto Mendes Cruzetta Corumbá – MS (67) 99604 2842 santafecorixinho@gmail.com |
| FAZENDA SANTA LAURA
Guilherme Gonçalves Fonseca Bandeirantes – MS (14) 99784 3688 guilherme@burgi.com.br |
| FAZENDA SANTA LUZIA
Marisa P. Martins e Outros Getulina – SP (14) 99665 7762 |
| FAZENDA SANTA LUZIA
Alexandre Terrel Pimentel Três Lagoas – MS (19) 3522 8800 guilherme@ibrac.com.br |
| FAZENDA SANTA LUZIA
Jose Raimundo dos Santos Vitorino Freire – MA (86) 99456 8387 jeremiasrocha@hotmail.com |
| FAZENDA SANTA TEREZA
Pedro Bento Pereira Filadélfia – TO (63) 99989 0392 |
| FAZENDA SANTA THEREZA
Moacyr Fregonesi Barbosa Novo São Joaquim – MT (18) 3742 1568 |
| FAZENDA SANTA VERGINIA
Santa Verginia Agropecuária e Florestal Bataguassu – MS (67) 3541 4500 www.santaverginia.com.br |
| FAZENDA SANTO ANTÔNIO
Sylvia Arruda Lisa Paranavaí – PR (67) 99924-4419 |
| FAZENDA SANTO ANTÔNIO DAS TRÊS MARIAS
Grupo Rezende Santo Antônio Leverger – MT (66) 3424 27313marias@terra.com.br |
| FAZENDA SÃO PAULO
Pedro Carlos Araújo Coutinho Candeias – MG (35) 99207 0000 |
| FAZENDA SÃO PEDRO
Santangelo Agropecuária Ltda Miranda – MS (67) 3242 3181 |
| FAZENDA SEGREDO
Adilton Boff Cardoso Bataguassu – MS (41) 99248-2021 |
| FAZENDA SERIEMA
Fazenda Seriema Agropecuária Ltda Miranda – MS (11) 99236-7860 |
| FAZENDA SUNSAS
Sunsas Agric. Pecuária e Floresta Ltda El Carmen Rivero Torres,Santa Cruz de la Sierra – Bolivia (67) 9864 7678 / +591 67706400 |
| FAZENDA TANGARÁ
Praterra Agropecuária Ltda Ribeirão Cascalheira – MT (17) 3226 1221 |
| FAZENDA TANGARÁ
Regula M. Baumgartner Salmourão – SP (18) 99106 8583 |
| FAZENDA TAPIRACUI
Giancarlo Brighenti Tapejara – PR (44) 99173 1514 jbrighenti96@gmail.com |
| FAZENDA TERRA PROMETIDA
Marcos Leandro Ravazi Adamantina – SP (18) 99798-7200 |
| FAZENDA THAISA
Leonardo R. S. Bacco Rancharia – SP (11) 99213 8514 |
| FAZENDA TRÊS BARRAS III
José Francisco Figueiredo Micheloni Santa Rita do Pardo – MS (18) 3521 1018 jfmicheloni@agro3barras.com |
| FAZENDA TRÊS MARIAS
Agropecuária Ribeirópolis Ltda Santo Antonio Leverger – MT (18) 99670 4530 ceip.ribeiropolis@gmail.com |
| FAZENDA TRÊS PALMEIRAS
Mariana Lucia Ferreira Martins Campo Grande – MS (67) 99652-1803 |
| FAZENDA VALE DA PROVIDÊNCIA
Pirapora Agropecuária S/A Cáceres – MT (65) 3023 0651 cuiaba@piraporaagro.com.br |
| FAZENDA VALE DO RIO CORDA
Airton Teixeira de Lima Darcinópolis – TO (63) 99998 9031 rodolfoneto01@hotmail.com |
| PROGRAMA DE MEJORAMIENTO GENÉTICO APCN
Asociación Paraguaya de Criadores de Nelore (APCN) Asunción – PY +(595 21) 754226 gerencia@nelore.com.py |
| PROGRAMA DE MEJORAMIENTO GENÉTICO GENSYS BOLIVIA
Patricia Sierra Andia El Carmen Rivero Torres,Santa Cruz de la Sierra – Bolivia +591 73666769 patricsierra@hotmail.com |
| PROGRAMA NATURA NELORE
GenSys Consultores Associados Ltda Porto Alegre – RS (51) 99830 6804 gensys. piccoli@gmail.com |
| PROGRAMA NELORE DE PRODUÇÃO
Produção Consultoria Rural S/C Ltda Campo Grande – MS (67) 3321 5800 gabriel@producaorural.com.br |
Ponderação dos Índices
| ÍNDICE | PONDERAÇÃO (%) |
| Cia DESM | Ponderação (%) |
| Ganho de peso do nasc a desmama/ Ganancia de peso del nacimiento al Destete |
36,4 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
18,2 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
22,7 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
22,7 |
| ICIAGen | Ponderação (%) |
| Peso ao nascer/ Peso al nacer |
2,94 |
| Ganho de peso do nasc a desmama/ Ganancia de peso del nacimiento al Destete |
11,76 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
1,47 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
5,88 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
5,88 |
| Ganho de peso pós-desmama/ Ganancia de peso pos-destete |
25 |
| Conformação no sobreano/ Conformación al sobreaño |
2,94 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
11,76 |
| Musculatura no sobreano/ Musculatura al sobreaño |
10,3 |
| Temperamento no sobreano/ Temperamento al sobreaño |
4,41 |
| Idade ao primeiro parto/ Edad al primer parto |
13,25 |
| Peso adulto de vaca/ Peso adulto de vaca |
4,41 |
| DeltaGen DESM | Ponderação (%) |
| Dias para ganhar 160 kg nasc-desm/ Días para ganar 160 kg nac-dest |
60 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
8 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
16 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
16 |
| DeltaGen FINAL | Ponderação (%) |
| Peso ao nascer/ Peso al nacer |
1,5 |
| Dias para ganhar 160 kg nasc-desm/ Días para ganar 160 kg nac-dest |
23 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
3 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
8 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
8 |
| Dias para ganhar 240 kg pós-desm/ Días para ganar 240 kg pos-destete |
23,75 |
| Conformação no sobreano/ Conformación al sobreaño |
3,25 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
8,75 |
| Musculatura no sobreano/ Musculatura al sobreaño |
8,75 |
| Idade ao primeiro parto/ Edad al primer parto |
12 |
| PAINT DESM | Ponderação (%) |
| Ganho de peso do nasc a desmama/ Ganancia de peso del nacimiento al Destete |
33,3 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
16,7 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
25 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
25 |
| IPAINT | Ponderação (%) |
| Ganho de peso do nasc a desmama/ Ganancia de peso del nacimiento al Destete |
11,1 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
3,65 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
10,25 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
10,25 |
| Ganho de peso pós-desmama/ Ganancia de peso pos-destete |
23,75 |
| Conformação no sobreano/ Conformación al sobreaño |
4 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
11,25 |
| Musculatura no sobreano/ Musculatura al sobreaño |
11,25 |
| Idade ao primeiro parto/ Edad al primer parto |
14,5 |
| ALIANÇA DESM | Ponderação (%) |
| Dias para ganhar 160 kg nasc-desm/ Días para ganar 160 kg nac-dest |
60 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
8 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
16 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
16 |
| ALIANÇA FINAL | Ponderação (%) |
| Dias para ganhar 160 kg nasc-desm/ Días para ganar 160 kg nac-dest |
23 |
| Conformação na desmama/ Conformación al destete |
4 |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
8 |
| Musculatura na desmama/ Musculatura al destete |
8 |
| Dias para ganhar 240 kg pós-desm/ Días para ganar 240 kg pos-destete |
23 |
| Conformação no sobreano/ Conformación al sobreaño |
4 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
8 |
| Musculatura no sobreano/ Musculatura al sobreaño |
8 |
| Idade ao primeiro parto/ Edad al primer parto |
14 |
| IFRIG | Ponderação (%) |
| Ganho de peso pós-desmama/ Ganancia de peso pos-destete |
8 |
| Conformação no sobreano/ Conformación al sobreaño |
1 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
9 |
| Musculatura no sobreano/ Musculatura al sobreaño |
9 |
| Peso adulto de vaca/ Peso adulto de vaca |
10 |
| Peso de carcaça quente/ Peso de carcasa caliente |
9 |
| Área de olho de lombo/ Área de ojo de lomo |
11 |
| Rendimento de carcaça/ Rendimiento de carcasa |
21 |
| Espessura de gordura subcutânea/ Espesor de grasa subcutánea |
11 |
| Maciez (Shear Force)/ Terneza (Shear Force) |
8 |
| Marmoreio/ Marmoleado |
3 |
| IPREC | Ponderação (%) |
| Precocidade na desmama/ Precocidad al destete |
10 |
| Ganho de peso pós-desmama/ Ganancia de peso pos-destete |
10 |
| Precocidade no sobreano/ Precocidad al sobreaño |
10 |
| Idade ao primeiro parto/ Edad al primer parto |
50 |
| Perímetro escrotal ajustado para idade/ Perímetro escrotal ajustado para edad |
10 |
| Perímetro escrotal ajustado para idade e peso/ Perímetro escrotal ajustado para edad y peso |
10 |
